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  • Posts Tagged ‘chas medicinais’

    Plantas medicinais são testadas

    Posted by fitoenergetico em 02/08/2009

     Cientistas do Instituto de Cardiologia de Cruz Alta, no interior do Rio Grande do Sul, recrutaram 39 voluntários com colesterol elevado para testes à base das folhas de  plantas medicinais.

     “Entre os indivíduos que receberam uma dose de 500 miligramas, houve uma diminuição de 41% nos níveis de LDL, o colesterol ruim”, revela o biomédico Jonatas Klafke, um dos autores do trabalho.

     “Também notamos um aumento de 21,4% nas taxas de HDL, a versão boa da gordura.” Os pesquisadores querem saber agora que componentes  das plantas medicinais prestam tamanho serviço aos vasos sanguíneos.

    Além disso, pretendem avaliar todo seu potencial das plantas medicinais contra os radicais livres, moléculas danosas por trás de vários males, e processos inflamatórios.

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    Angola precisa de laboratório para pesquisar plantas medicinais

    Posted by fitoenergetico em 02/08/2009

    Luanda – A investigadora do Centro de Botânica da Faculdade de Ciências da Universidades Agostinho Neto, Manuela Pedro, afirmou hoje que o país precisa de um laboratório com tecnologia de ponta, para o estudo científico das propriedades medicinais das plantas locais.

    Falando à margem da inauguração da exposição “Plantas Medicinais de Angola”, patente no Museu de História Natural, em Luanda, a especialista considerou que esse laboratório permitirá auxiliar o desenvolvimento da medicina tradicional e oferecer maior garantia aos consumidores.

    Para a bióloga, um laboratório de referência ajudaria a credibilizar o trabalho dos investigadores, bem como o estudo das plantas medicinais a nível de cada região do país com propriedades medicinais, tendo em atenção os usos de costumes de cada povo no tratamento de doenças com recurso à flora.

    “Devido a inexistência de uma unidade devidamente equipada, o centro socorre-se a inquéritos com terapeutas tradicionais e pessoas que já utilizam as plantas, para obtenção de informações que depois são comparadas à literatura de países com um avanço na pesquisa das plantas medicinais”, explicou.

    Do seu ponto de vista, a exposição é uma forma de impulsionar a investigação científica das plantas medicinais de Angola, valorizar a medicina tradicional e uma mais valia para o cidadão, que poderá conhecer os benefícios destes produtos, bem como os cuidados a ter na sua utilização.

    A amostra, que ficará aberta ao público durante um mês, inclui exemplos de herbáceos, fotografias, espécies vivas e produtos obtidos de plantas medicinais, postas à disposição do público com apoio do Herbário de Luanda, adstrito à Faculdade de Ciências, da
    Universidade Agostinho Neto, e da Ervanária Ferreira.

    A mesma tem por objectivo de mostrar à sociedade o valor terapêutico da flora nacional, sua situação a nível mundial, características gerais e ecologia.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), planta medicinal é todo vegetal que contém substâncias bio-ativas com propriedades terapêuticas, profiláticas ou paliativas das plantas medicinais.

    Ao visitar o museu, os cidadãos poderão conhecer as propriedades de cura de produtos que diariamente estão ao seu alcance, como o chá de caxinde, kiabo, cebola, milho, shandala, gipepe, abóbora, mbututu, ngandiadia, entre outros.

    As substâncias contidas nas plantas medicinais  podem curar e a prevenir doenças como infecções urinárias e pulmonares, cólicas, hepatite, cálculos renais, malária, entre outras enfermidades.

    Angola press

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    Ervas medicinais podem melhorar memória

    Posted by fitoenergetico em 02/08/2009

    O Centro para Pesquisas Médicas com Ervas Medicinais  (MPRC, na sigla em inglês) dessas universidades estão pesquisando os aparentes benefícios para a saúde do consumo de plantas e flores.

    Fitoterapia

    Os benefícios das ervas   medicinais para a saúde já são testados há bastante tempo.

    Em 1597, o fitoterapeuta inglês John Gerard afirmou que as plantas representam um “bem singular para o cérebro, ativando os nervos e a memória”.

    A pesquisadora Nicola Tildsley afirmou que os resultados da nova pesquisa mostram que alguns fitoterapeutas e seus estudos devem ser levados mais a sério.

    “O trabalho de fitoterapeutas, realizado há séculos, não pode ser ignorado”, avaliou a pesquisadora.

    Alguns desses estudos, afirma Tidsley, devem ter como foco a eficácia das ervas no controle da degeneração da memória em pacientes com o Mal de Alzheimer, cujos cérebros apresentam disfunções em regiões semelhantes às regiões afetadas pelas ervas medicinais.

    As ervas medicinais também podem possuir propriedades antioxidantes e antiinflamatórias, afirma a especialista.

     

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    Plantas medicinais são pesquisadas pela UNB

    Posted by fitoenergetico em 01/08/2009

    Uma pesquisa da Universidade de Brasília (UnB) revelou 12 mil novas espécies de plantas medicinais em todo o Cerrado de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Piauí e Tocantins.

    O estudo, que completa 20 anos, sobre as plantas medicinais, foi feito em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

    Segundo a universidade, a lista de plantas medicinais  inclui todo o tipo de árvores, cipós, gramíneas e samambaias, a chamada flora vascular, que conta com vasos para o transporte de nutrientes, o que exclui microorganismos.

    Em 1998, o mesmo grupo havia catalogado apenas seis mil espécies de plantas meidcinais, e as perspectivas indicavam um máximo de 10 mil delas. Após uma década, a estimativa é de que o total de espécies possa chegar a 20 mil diferentes plantas.

    Ainda segundo a pesquisa, 70% das plantas medicinais  apresentam potencial farmacêutico, segundo relatos de moradores das regiões analisadas.

    Neste grupo de espécies estão descritos gêneros e espécies novas de árvores para a ciência. Famílias, Gêneros e Espécies são as maneiras que as plantas medicinais  se agrupam na hierarquia botânica.

    De acordo com informações da UnB, o trabalho envolveu pesquisas de herbário e de campo em praticamente todo o bioma Cerrado, que aparece na Bahia, Maranhão, Piauí, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Tocantins, São Paulo e Minas Gerais. Apenas na Chapada dos Veadeiros há mais de 2.661 plantas medicinais diferentes.

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    Plantas medicinais são pesquisada

    Posted by fitoenergetico em 01/08/2009

    Bem distante da medicina tradicional, as plantas medicinais da Amazônia, segundo constataram as duas pesquisas, são aplicados por velhas e velhos curandeiros, para tratar de doenças que vão desde uma simples dor de dente até câncer.

    Os pesquisadores da Escola Paulista de Medicina, por exemplo, começaram uma pesquisa inédita no país para curar com três tipos de plantas medicinais da Amazônia os doentes terminais de câncer de bexiga, próstata e rim.

    Os nomes das plantas medicinais, segundo informou esta semana o botânico Silvio Panizza ao jornal Correio Braziliense, da capital federal, são guardados a sete chaves porque o segredo serve para não influenciar o pesquisador.

    Ainda sem comprovação científica, uma vez que os estudos sobre elas ainda são incipientes, as receitas usadas no interior da Amazônia estão servindo até para médicos se curarem de males cujas soluções não são encontradas ou demoram para apresentar resultados na medicina tradicional.

    Em Rio Branco, por exemplo, a imprensa chegou a publicar há alguns anos os efeitos milagrosos do “lambedor” da Dona Neguinha, uma senhora da Estação Experimental que fazia um misturado de seis cascas de árvores da floresta com 12 plantas medicinais que curava até tosse em cachorro e vários tipos de problemas respiratórios apresentados por filhos de médicos da capital do estado.

    Para realizarem sua pesquisa, os pesquisadores do Museu Goeldi percorreram 18 localidades de oito municípios do Pará, onde identificaram 200 doenças tratadas com as chamadas receitas meidicinais  populares. Só para asma, os pesquisadores identificaram 35 tipos de curas, onde se misturam bichos e plantas.

    Segundo informaram os pesquisadores, as fórmulas geralmente são manipuladas por velhas sertanejas, as chamadas curandeiras, cuja maioria sequer sabe ler, não anda nas cidades e não gosta de falar muito sobre as suas curas. A pesquisa do museu paraense entrevistou 65 curandeiros e identificou 23 espécies de mamíferos, 10 de aves, oito de répteis, oito de peixes e 15 de invertebrados usados nas porções, além de 500 plantas medicinais.

    A pesquisadora e botânica Elisabeth van den Berg, também do Museu Goeldi, comprovou que de 1,8 mil plantas medicinais investigadas, 30% são de origem indígena, 25% vieram da África e os restantes 45% têm origem variada. Em livro, a botânica escreveu que a medicina tradicional vai, aos poucos, se rendendo à medicina praticada por curandeiros do interior do país. A pesquisadora cita, como exemplo, o curare, a substância que os médicos usam atualmente como energia geral e que nada mais é do que uma erva indígena usada há tempos imemoriais nas aldeias.

    Outro pesquisador paraense, Silvio Panizza, disse ao jornal braziliense que a medicina tradicional só não se curva definitivamente para a cura pelas plantas medicinais  e animais da floresta porque o poder dos laboratórios sobre os médicos ainda é muito grande. “Existem interesses em jogo e há muita malandragem nesse mercado”, disse.

    Outra razão para a cura pelas plantas medicinais  continuar marginalizada está também no interesse de laboratórios internacionais continuarem faturando clandestinamente bilhões de dólares com a prática da biopirataria que costumam fomentar nas florestas tropicais de todo o planeta. Roubando as ervas e as plantas medicinais e o conhecimento das populações tradicionais sobre elas, esses laboratórios economizam muito para lançar seus novos produtos no mercado.

    No Acre, as plantas e animais da floresta, que hoje também curam muitas doenças, devem ser estudadas por cientistas em conjunto com curandeiros índios e seringueiros da região na futura Universidade da Floresta, que será inaugurada no próximo ano, com sede na cidade de Cruzeiro do Sul, no Vale do Juruá acreano.

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    Plantas medicinais são adotadas em posto de saúde

    Posted by fitoenergetico em 01/08/2009

    Gel, com propriedade cicatrizante, e um tranqüilizante natural compõem a restrita cartela de medicamentos fitoterápicos que a Secretaria da Saúde, da Prefeitura de Maringá, disponibiliza atualmente aos pacientes atendidos pela rede pública.

    O gel de própolis e o de calêndula são produzidos pela farmácia da Secretaria da Saúde. O tranqüilizante, à base de valeriana, é comprado em indústrias.

    O número de medicamentos com ervas medicinais fabricados ainda é pequeno (40 quilos por mês), mas com o projeto de lei que prevê a distribuição de fitoterápicos na rede pública municipal de saúde, sancionado pelo prefeito Silvio Barros (PP), o número deve aumentar. 

    O Diário do Norte de Maringá

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