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    Notícias quentes sobre as Ervas Medicinais.

    Amamentar diminui risco de artrite da mãe – Plantas medicinais

    Posted by fitoenergetico em 01/08/2009

    Mulheres que amamentam por mais de 1 ano tem metade das chances de ter a doença.

    Um estudo realizado por especialistas suecos sugere que mulheres que amamentam por mais de um ano têm chances de desenvolver artrite reumatóide reduzidas pela metade.

    A equipe de cientistas da Universidade de Malmo comparou 136 mulheres com artrite com 544 que não apresentavam o problema.

    Eles perceberam que as que haviam amamentado por 13 meses ou mais tinham metade das chances de desenvolver a doença em relação às que nunca haviam praticado o aleitamento materno.

    As mulheres que haviam amamentado durante um ano tiveram 25% menos riscos de desenvolver artrite, acrescentaram os especialistas.

    Vida saudável

    Segundo os cientistas, a amamentação libera grande quantidade do hormônio oxitocina, que pode reduzir os níveis de estresse, controlar a pressão sangüínea e proporcionar sensações de bem-estar.

    Por outro lado, a amamentação também aumenta a carga de prolactina, estimulando o sistema imunológico e podendo ocasionar, curiosamente, a artrite reumatóide.

    Os pesquisadores afirmam que estudos anteriores mostraram que as mulheres têm mais chances de desenvolver artrite logo após dar à luz e, diante dos últimos resultados, acreditam que os riscos são reduzidos com a prática da amamentação e o passar do tempo.

    Os cientistas não souberam, no entanto, apontar as razões para as conclusões do estudo.

    “Uma explicação poderia ser de que as mulheres que amamentam levam vidas mais saudáveis. Mas ainda não sabemos com certeza os mecanismos que explicam os benefícios da amamentação a longo prazo contra a artrite”, disseram os especialistas.

    A artrite é uma doença auto-imune que ocorre quando o corpo ataca as articulações, confundindo-as com corpos estranhos.

     O problema afeta mais as mulheres do que os homens.

     O estudo foi publico na revista especializada Annals of Rheumatic Diseases.

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    Mel tem propriedades anti-oxidantes – Plantas Medicinais

    Posted by fitoenergetico em 31/07/2009

    Dois novos estudos da Universidade de Illinois são doces notícias para os adoradores de mel. Um mostra que as qualidades anti-oxidantes do mel conservam o alimento sem comprometer o sabor. O outro, publicado recentemente, diz que o mel retarda a oxidação das lipoproteínas de baixa-densidade (LDL), um processo que leva à deposição da placa aterosclerótica.

    Como em um estudo de 1999, os pesquisadores descobriram que o mel de coloração mais escura forneceu mais vigor protetor do que o mel de coloração mais clara. “É ainda cedo para afirmar, mas o mel parece ter potencial para servir como um anti-oxidante dietético”, diz o principal pesquisador, o Dr. Nicki Engeseth, professor na Universidade de Illinois.

    O estudo mais recente – publicado na edição online do periódico Journal of Agricultural & Food Chemistry – é o primeiro a observar o efeito do mel no sangue humano. O estudo também descobriu, utilizando um método muito mais preciso do que o utilizado em 1999, que os anti-oxidantes do mel eram iguais a aqueles em muitas frutas e vegetais na habilidade de se opor a atividade degenerativa de moléculas altamente reativas conhecidas como radicais-livres.

    Os pesquisadores utilizaram o teste de capacidade da absorção de radical oxigênio (ORAC), uma ferramenta que tem sido bastante utilizada para analisar os mesmos componentes nas frutas, vegetais e vinhos. O mel mais escuro teve os maiores valores. “Tivemos valores do ORAC variando de 3 a 17″, disse Engeseth. “Normalmente consumimos frutas e vegetais com variação de 0.5 a 16″.

    Engeseth e Gheldof obtiveram amostras de sangue de voluntários humanos saudáveis. Eles acrescentaram diversas variedades de mel ao sangue em um experimento e observaram seu impacto sobre o LDL, chamado de colesterol ruim. Nas amostras dos testes, eles também acrescentaram cobre para estimular a oxidação da lipoproteína. Utilizando um espectrômetro, eles descobriram que o mel – o mais escuro – reduziu drasticamente a taxa de formação de dienes, produtos da oxidação relacionada ao LDL no sangue. “Ainda que o estudo tenha envolvido sangue humano em um tubo de ensaio, ele mostra que caso o mel esteja presente, ele pode atuar positivamente”, disse Engeseth.

    Os pesquisadores da UI encontraram ainda uma correlação significativa do conteúdo fenólico do mel e sua capacidade anti-oxidante.

    Fonte:Journal of Agricultural & Food Chemistry

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    Testes pré-clínicos constatam propriedades analgésicas e antiinflamatórias em plantas medicinais

    Posted by fitoenergetico em 31/07/2009

    Propriedades analgésicas e antiinflamatórias foram constatadas em plantas medicinais coletada no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O vegetal, da espécie Brillantaisia palisatii, jamais havia sido pesquisado anteriormente e foi descoberto a partir de um estudo despretensioso do farmacêutico Fábio de Sousa Menezes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    Até aqui, os testes que envolvem a Brillantaisia ainda estão em fase pré-clínica, ou seja, só foram realizados em camundongos. Menezes, que coordena a pesquisa ao lado do farmacêutico Davyson de Lima Moreira e conta com a colaboração da bióloga Patrícia Dias Fernandes, ambos da UFRJ, diz que o trabalho só não foi mais adiante por falta de verbas. “Pretendemos terminar com o estudo químico e farmacológico até onde a Universidade oferecer condição. Depois, temos que depositar uma patente e vender para a indústria farmacêutica em caso extremamente positivo, para que testes em humanos possam ser realizados.”

    Menezes descobriu a planta medicinal graças à ajuda de uma amiga. “Até aquele momento, só estudava vegetais da família das lamiáceas (a mesma de grande parte dos temperos de cozinha, como a hortelã) e estava interessado em investigar plantas medicinais de outra família, no caso, a das acantáceas, à qual pertence a B. palisatii.” O farmacêutico comentou o fato com a amiga – uma pesquisadora do Jardim Botânico -, e ela lhe recomendou estudar a Brillantaisia. “Fiz uma pesquisa bibliográfica e, ao descobrir que ninguém havia estudado essas plantas medicinais, resolvi trabalhar com elas.”

    Menezes uniu-se a Moreira e ambos começaram a pesquisar a química do vegetal. “Separamos o caule, as folhas, as flores, os frutos etc”, conta. “Depois, por meio de processos químicos específicos, isolamos diversos tipos de substâncias contidas em cada parte do vegetal.” Aos poucos, os pesquisadores passavam os extratos encontrados para Fernandes realizar paralelamente testes farmacológicos em camundongos. Se a bióloga não constatasse um resultado proveitoso em termos analgésicos e antiinflamatórios para uma dada substância ou extrato, eles parariam de investigá-la e partiriam para outra; caso contrário, o estudo seria aprofundado.

    Graças a esse trabalho de equipe, os cientistas constataram que a parte mais rica da Brillantaisia é o caule. Na próxima etapa do trabalho, eles pretendem reafirmar os resultados positivos obtidos nos testes pré-clínicos e buscar meios para avançar no projeto, apesar das dificuldades financeiras. “Pretendemos, inclusive, desenvolver um chá a partir dessa planta, que se revelaria de grande uso para a população”, diz Menezes.

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    Exame pode prever ataque cardíaco em Mulheres – Plantas Medicinais

    Posted by fitoenergetico em 31/07/2009

    Pesquisadores americanos afirmam que a simples verificação do pulso de uma mulher em repouso pode prever a probabilidade de a paciente sofrer um ataque cardíaco.

    Os pesquisadores da companhia farmacêutica AstraZeneca analisaram os registros de cerca de 129 mil mulheres que já tinham passado pela menopausa e que não tinham histórico de problemas cardíacos.

    Eles descobriram que aquelas com os batimentos cardíacos mais acelerados tinham uma probabilidade significativamente maior de sofrer um ataque cardíaco do que as mulheres com batimentos mais baixos.

    A associação feita pelo estudo, no entanto, foi mais fraca do que a feita com consumo de cigarros ou diabetes. Entretanto, os pesquisadores afirmaram que a importância desta associação é “grande o bastante para ter significado clínico”.

    Estudos anteriores mostraram que batimentos cardíacos poderiam prever problemas coronários em homens.

    A pesquisa foi publicada na revista British Medical Journal.

    Sete anos

    Os pesquisadores da AstraZeneca avaliaram mulheres com mais de 50 anos e acompanharam a vida destas por cerca de sete anos.

    Neste período eles descobriram que as mulheres sofreram 2.281 ataques cardíacos (fatais e não fatais) e 1.877 derrames.

    As mulheres com os batimentos cardíacos mais rápidos em repouso, mais de 76 batimentos por minuto tinham 1,6 vezes mais chance de sofrer um problema coronário quando comparadas com aquelas com batimentos cardíacos mais baixos em repouso, abaixo de 62 batimentos por minuto.

    Esta relação era ainda mais forte em mulheres mais jovens que já tinham passado pela menopausa.

    As mulheres com batimento cardíaco mais acelerado estavam acima do peso, apresentavam pressão alta, colesterol alto e alto consumo de gorduras saturadas, assim como a incidência de diabetes, fumo e depressão.

    As mulheres com os batimentos cardíacos mais baixos eram mais ativas, mas também consumiam mais bebidas alcoólicas do que as outras.

    A pesquisa “acrescenta o batimento cardíaco aos inúmeros outros fatores de risco conhecidos que influenciam as chances de um ataque cardíaco”, afirmou o professor Peter Weissberg, diretor médico da organização britânica British Heart Foundation.

    “O batimento cardíaco de uma pessoa muda de minuto a minuto em resposta a atividades e emoções, então as pessoas não deveriam supor que, se seu batimento cardíaco está alto em um momento em particular, elas correm o risco de sofrer um ataque cardíaco”, acrescentou.

    Fonte BBC

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    Um ano após infarto, 20% dos pacientes ainda têm dor no peito – Plantas Medicinais

    Posted by fitoenergetico em 30/07/2009

    Uma em cada cinco pessoas em recuperação depois de ataques cardíacos continua a ter dores no peito um ano após o incidente, segundo um estudo americano.

    A equipe liderada pela Universidade do Colorado analisou quase dois mil pacientes e disse que as dores no peito após o infarto podem ser ligadas ao fumo ou à depressão.

    Alguns dos pacientes sofrem de angina todos os dias, apesar de cirurgias para a colocação de marca-passos, segundo o estudo publicado na revista Archives of Internal Medicine.

    A angina, ou dor no peito, é um sintoma comum de doenças cardíacas, e médicos dizem que alguns pacientes continuarão a senti-la após infartos, apesar dos esforços para tratar os problemas no coração.

    Fumo e depressão

    O objetivo do estudo, realizado com a colaboração de pesquisadores da Denver Colorado University e do Veteran’s Affairs Medical Center, era descobrir a extensão do problema.

    Dos pacientes que responderam ao questionário do estudo, um ano após seus ataques cardíacos, 19,9% ainda tinham dores no peito e 1.2% deles sentiam dor todos os dias.

    O grupo mais susceptível à angina é composto de homens jovens com marca-passos, homens fumantes ou com sintomas de depressão.

    Os pesquisadores dizem que os resultados podem ajudar os médicos a monitorar pacientes em risco.

    “Esse estudo nos ajuda a entender quais fatores podem levar pacientes a sentirem dor no peito um ano após um infarto”, disse um porta-voz da Fundação Britânica do Coração.

    “A identificação desses fatores – por exemplo, fumo ou depressão – pode ajudar profissionais da saúde a reconhecer quais pessoas têm o risco de desenvolver o problema.”

    “Serviços para essas pessoas, como ajudá-las a parar de fumar, podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e a saúde do coração ao aliviar ou prevenir a angina”, disse.

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    Cortar calorias melhora a Memória – Plantas Medicnais

    Posted by fitoenergetico em 30/07/2009

    Uma pesquisa realizada na Alemanha indica que cortar em 30% a ingestão de calorias pode melhorar a memória.

    Na pesquisa, voluntários, que tinham em média 60 anos de idade, foram divididos em três grupos. O primeiro seguiu uma dieta normal; o segundo teve um regime semelhante, mas com mais ácidos graxos insaturados (encontrados no azeite de oliva e nos peixes, por exemplo); e o terceiro adotou a dieta com 30% menos calorias.

    Depois de três meses, os dois primeiros grupos refizeram testes de memória e seus resultados foram os mesmos. Já os 50 voluntários do terceiro grupo conseguiram mais pontos após a dieta.

    Eles também apresentaram outros sinais de melhora física, com uma queda nos níveis de insulina.

    Segundo os cientistas, essas mudanças poderiam explicar o melhor desempenho da memória, ao manter as células cerebrais mais saudáveis.

    “As descobertas podem ajudar a desenvolver novas estratégias de prevenção e tratamento para manter a saúde cognitiva até a velhice”, disseram os autores da pesquisa em um artigo publicado na revista do Proceedings of the National Academy of Sciences.

    A pesquisa aumenta ainda mais o interesse nos possíveis benefícios de dietas de restrição de calorias. Pesquisas recentes com animais tinham sugerido que as dietas podem ajudar a ampliar a longevidade e a retardar o início de doenças relacionadas ao envelhecimento.

    Mas ainda não se sabe ao certo se esse seria o caso em humanos e se o corte nas calorias deveria ser ou não “radical”.

    O mecanismo que pode trazer esses benefícios ainda estão sendo investigados. Há teorias de que a redução calórica diminuiria a produção dos chamados radicais-livres, que provocam o envelhecimento celular.

    Especialistas em nutrição, no entanto, alertam para os riscos de se adotar uma dieta alimentar sem acompanhamento médico.

    “Todos – especialmente aqueles que já estão com peso normal ou abaixo do normal – precisam ser extremamente cuidadosos ao tentar fazer uma dieta”, disse à BBC uma porta-voz da British Dietetic Association.

    “Existem outros estudos que mostram que a redução de calorias ou de refeições pode interferir na memória e nas funções cerebrais.”

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