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  • Plantas medicinais são pesquisada

    Posted by fitoenergetico em 01/08/2009

    Bem distante da medicina tradicional, as plantas medicinais da Amazônia, segundo constataram as duas pesquisas, são aplicados por velhas e velhos curandeiros, para tratar de doenças que vão desde uma simples dor de dente até câncer.

    Os pesquisadores da Escola Paulista de Medicina, por exemplo, começaram uma pesquisa inédita no país para curar com três tipos de plantas medicinais da Amazônia os doentes terminais de câncer de bexiga, próstata e rim.

    Os nomes das plantas medicinais, segundo informou esta semana o botânico Silvio Panizza ao jornal Correio Braziliense, da capital federal, são guardados a sete chaves porque o segredo serve para não influenciar o pesquisador.

    Ainda sem comprovação científica, uma vez que os estudos sobre elas ainda são incipientes, as receitas usadas no interior da Amazônia estão servindo até para médicos se curarem de males cujas soluções não são encontradas ou demoram para apresentar resultados na medicina tradicional.

    Em Rio Branco, por exemplo, a imprensa chegou a publicar há alguns anos os efeitos milagrosos do “lambedor” da Dona Neguinha, uma senhora da Estação Experimental que fazia um misturado de seis cascas de árvores da floresta com 12 plantas medicinais que curava até tosse em cachorro e vários tipos de problemas respiratórios apresentados por filhos de médicos da capital do estado.

    Para realizarem sua pesquisa, os pesquisadores do Museu Goeldi percorreram 18 localidades de oito municípios do Pará, onde identificaram 200 doenças tratadas com as chamadas receitas meidicinais  populares. Só para asma, os pesquisadores identificaram 35 tipos de curas, onde se misturam bichos e plantas.

    Segundo informaram os pesquisadores, as fórmulas geralmente são manipuladas por velhas sertanejas, as chamadas curandeiras, cuja maioria sequer sabe ler, não anda nas cidades e não gosta de falar muito sobre as suas curas. A pesquisa do museu paraense entrevistou 65 curandeiros e identificou 23 espécies de mamíferos, 10 de aves, oito de répteis, oito de peixes e 15 de invertebrados usados nas porções, além de 500 plantas medicinais.

    A pesquisadora e botânica Elisabeth van den Berg, também do Museu Goeldi, comprovou que de 1,8 mil plantas medicinais investigadas, 30% são de origem indígena, 25% vieram da África e os restantes 45% têm origem variada. Em livro, a botânica escreveu que a medicina tradicional vai, aos poucos, se rendendo à medicina praticada por curandeiros do interior do país. A pesquisadora cita, como exemplo, o curare, a substância que os médicos usam atualmente como energia geral e que nada mais é do que uma erva indígena usada há tempos imemoriais nas aldeias.

    Outro pesquisador paraense, Silvio Panizza, disse ao jornal braziliense que a medicina tradicional só não se curva definitivamente para a cura pelas plantas medicinais  e animais da floresta porque o poder dos laboratórios sobre os médicos ainda é muito grande. “Existem interesses em jogo e há muita malandragem nesse mercado”, disse.

    Outra razão para a cura pelas plantas medicinais  continuar marginalizada está também no interesse de laboratórios internacionais continuarem faturando clandestinamente bilhões de dólares com a prática da biopirataria que costumam fomentar nas florestas tropicais de todo o planeta. Roubando as ervas e as plantas medicinais e o conhecimento das populações tradicionais sobre elas, esses laboratórios economizam muito para lançar seus novos produtos no mercado.

    No Acre, as plantas e animais da floresta, que hoje também curam muitas doenças, devem ser estudadas por cientistas em conjunto com curandeiros índios e seringueiros da região na futura Universidade da Floresta, que será inaugurada no próximo ano, com sede na cidade de Cruzeiro do Sul, no Vale do Juruá acreano.

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