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  • O deserto dentro de nós

    Posted by fitoenergetico em 27/03/2008

    A baixa umidade do ar, castiga o corpo pra valer. Olhos, nariz e garganta ressecados viram porta de entrada para vírus e bactérias, os rins não funcionam direito, a pele ganha aspecto envelhecido. Saiba como aliviar a situação

    Inverno tórrido, primavera gelada. No Brasil inteiro acentuadamente no Centro-Oeste e no Sudeste , não apenas as temperaturas destrambelhadas, mas também o ar extremamente seco denunciam a ação nefasta do homem, que agora sente na pele (e no resto do corpo) as conseqüências dos maus-tratos ao meio ambiente.

    “Na secura, o desgaste do organismo é tremendo”, assegura Paulo Saldiva, pesquisador do Centro de Poluição da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Isso porque todo ele se mobiliza para manter a homeostase, ou seja, o estado de equilíbrio interno (veja os infográficos abaixo).

    Num primeiro momento surgem o que parece apenas pequenos desconfortos, como dores de cabeça e tonturas. Ao longo dos anos, porém, esses incômodos se somam e causam graves malefícios.

    Nas grandes cidades, a estiagem, piorada pela poluição, afeta especialmente os sistemas respiratório e circulatório. “No longo prazo o corpo sofre os mesmos danos provocados pelo cigarro”, garante Saldiva.

    “Os olhos, porém, é que são os primeiros a sentir a influência do ar seco”, diz o oftalmologista Newton Kara José, professor da Universidade de São Paulo e da Universidade de Campinas, a Unicamp, no interior paulista.

    “Isso porque a mucosa ocular é a mais exposta ao ambiente externo. Na falta de umidade, o filme lacrimal, uma leve partícula de água que recobre os olhos, evapora-se muito rápido”, explica o mestre em visão.

    “Você logo sente coceira e a reação natural é esfregar as pálpebras, o que piora tudo, porque provoca lesões”, acrescenta. Sem contar o risco de contaminação por microorganismos levados pelas mãos. Uma das conseqüências costuma ser a conjutivite.

     

    No pronto-socorro

    O Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, e o Centro de Pesquisas Meteorológicas Aplicadas à Agricultura, da Unicamp, andam investigando as internações provocadas pelo clima seco.

    “Sabemos que a procura por socorro médico cresce, mas precisamos entender o porquê, além de identificar quem precisa de maiores cuidados, até para aparelhar o pronto-atendimento”, afirma Bento Cardoso dos Santos.

    O que se nota é que a estiagem leva mais crianças com problemas respiratórios ao hospital, enquanto o clima muito frio provoca internação de idosos com males circulatórios. Ou seja, em princípio os pequenos são as maiores vítimas de tanta secura. Mais prontuários serão avaliados para que se possa elaborar uma agenda de ações preventivas.

     

    Termômetro desregulado

    O calor do nosso corpo é controlado pelo cérebro, graças a um sistema que, no fim das contas, usa basicamente a água para manter a temperatura interna adequada.

    Se a umidade do ar diminui, esse sistema dispara sinais para o corpo poupar água. E, conseqüentemente, sem dispor de tanto líquido para baixar o calor onde for preciso, nosso termômetro interno fica destrambelhado.

     

    Dentro do corpo

    O organismo, esperto, tenta se readaptar para sofrer menos durante a estiagem. Mas nem sempre dá certo

     

    Crie um oásis para o seu corpo

    Sem medidas preventivas, numa espécie de efeito dominó, nariz, boca, garganta e brônquios são afetados. A mucosa nasal fica tão ressecada que pequenos vasos se rompem e sangram. Para piorar, aparecem feridas pequeninas que funcionam como porta de entrada para vírus e bactérias.

    “E os pêlos nasais, cuja função é filtrar as partículas do ar, deixam de cumprir direito esse papel protetor, já que perdem a lubrificação”, explica Antonio Menon, otorrinolaringologista do hospital Sério Libanês, em São Paulo.

    O efeito deserto segue para a garganta, que quase invariavelmente fica irritada. Engolir, então, passa a ser a maior dificuldade, principalmente para bebês e idosos. Aí vem a tosse, que agrava o quadro, numa bola-de-neve que cria acessos cada vez mais fortes.

    Se as defesas estiverem em baixa, surgem laringites e faringites severas. Nos casos extremos, os brônquios são afetados. “Não à toa, as famosas bronquites lotam os pronto-socorros”, afirma Menon. Sem falar nas crises alérgicas e asmáticas.

    Isoladamente, essas pequenas ocorrências já são uma grande chateação. Juntas, nem se fala. A saúde pode acabar seriamente afetada. “Sofre mais quem vive nos grandes centros urbanos, mas o corpo de certa forma se adapta a todas essas agressões”, contemporiza Ricardo Tardelli, diretor estadual de saúde na Secretaria de Estado da Saúde São Paulo.

    O.k., mas não é tão simples: essa adaptação tem um preço e é isso o que preocupa. “Estaremos submetidos às más condições atmosféricas por muito tempo ainda. Então precisamos reduzir as conseqüências desses distúrbios”, diz o nefrologista Bento Cardoso dos Santos, da Universidade Federal de São Paulo e do Hospital Albert Einstein. Que tal começar agora? Procure adotar as recomendações abaixo.

    Aprenda a aliviar os estragos provocados pela falta de umidade

     

    1. Use colírio

    Sem indicação do oftalmologista, só vale o produto que imita a composição da lágrima há diversas marcas disponíveis no mercado. É possível optar por soro fisiológico, mas então só compre as ampolas descartáveis. Ao serem destampados, os grandes frascos de soro podem ter seu conteúdo contaminado com o toque das mãos.

     

    2. Pingue solução salina no nariz

    Na estiagem a respiração fica difícil porque o nariz se entope mais facilmente, o que interfere na qualidade do sono. Para não acordar cansado, use algumas gotas de soro no nariz antes de dormir. É mais seguro comprar a solução apropriada para isso na farmácia, já que é estéril e não apresenta contra-indicações.

     

    3. Alimente-se bem

    As frutas são recomendáveis, sobretudo as que têm mais água, como melão, uva e melancia. Evite as comidas com muito sal e outros condimentos.

     

    4. Cuidado com os esportes

    Evite praticar atividades físicas entre 10h e 16h, especialmente se a temperatura estiver alta. Ora, no ar seco seu corpo precisa economizar água e o exercício vai fazer você suar e perder líquido. Fuja das ruas de grande movimento, onde se concentra maior quantidade de poluentes.

     

    5. Tome muita, muita água mesmo

    Não há uma quantidade mínima, mas lembre-se de beber um copo sempre que notar a boca seca. No caso de bebês ou idosos deve-se oferecer líquido constantemente, já que eles estão mais sujeitos à desidratação gente madura, aliás, por natureza não sente muita sede, aumentando esse risco. Sucos naturais também são bem-vindos.

     

    6. Espalhe bacias de água no quarto

    Sim, isso não deixa de ajudar. Mas prefira as que têm superfície maior para permitir uma boa evaporação.

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