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  • Posts com Tag ‘calorias’

    Cortar calorias melhora a Memória – Plantas Medicnais

    Publicado por fitoenergetico em 30/07/2009

    Uma pesquisa realizada na Alemanha indica que cortar em 30% a ingestão de calorias pode melhorar a memória.

    Na pesquisa, voluntários, que tinham em média 60 anos de idade, foram divididos em três grupos. O primeiro seguiu uma dieta normal; o segundo teve um regime semelhante, mas com mais ácidos graxos insaturados (encontrados no azeite de oliva e nos peixes, por exemplo); e o terceiro adotou a dieta com 30% menos calorias.

    Depois de três meses, os dois primeiros grupos refizeram testes de memória e seus resultados foram os mesmos. Já os 50 voluntários do terceiro grupo conseguiram mais pontos após a dieta.

    Eles também apresentaram outros sinais de melhora física, com uma queda nos níveis de insulina.

    Segundo os cientistas, essas mudanças poderiam explicar o melhor desempenho da memória, ao manter as células cerebrais mais saudáveis.

    “As descobertas podem ajudar a desenvolver novas estratégias de prevenção e tratamento para manter a saúde cognitiva até a velhice”, disseram os autores da pesquisa em um artigo publicado na revista do Proceedings of the National Academy of Sciences.

    A pesquisa aumenta ainda mais o interesse nos possíveis benefícios de dietas de restrição de calorias. Pesquisas recentes com animais tinham sugerido que as dietas podem ajudar a ampliar a longevidade e a retardar o início de doenças relacionadas ao envelhecimento.

    Mas ainda não se sabe ao certo se esse seria o caso em humanos e se o corte nas calorias deveria ser ou não “radical”.

    O mecanismo que pode trazer esses benefícios ainda estão sendo investigados. Há teorias de que a redução calórica diminuiria a produção dos chamados radicais-livres, que provocam o envelhecimento celular.

    Especialistas em nutrição, no entanto, alertam para os riscos de se adotar uma dieta alimentar sem acompanhamento médico.

    “Todos – especialmente aqueles que já estão com peso normal ou abaixo do normal – precisam ser extremamente cuidadosos ao tentar fazer uma dieta”, disse à BBC uma porta-voz da British Dietetic Association.

    “Existem outros estudos que mostram que a redução de calorias ou de refeições pode interferir na memória e nas funções cerebrais.”

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    Anorexia e Bulimia Plantas medicinais

    Publicado por fitoenergetico em 21/01/2009

    Fique atento aos sintomas

    Anorexia e bulimia nervosa são distúrbios alimentares resultantes da preocupação exagerada com o peso corporal, que pode provocar problemas psiquiátricos graves. São transtornos que se manifestam principalmente em mulheres jovens, embora sua incidência esteja aumentando também entre homens. Às vezes, os pacientes anoréxicos chegam rapidamente a um grau extremo de desnutrição e o índice de mortalidade chega a atingir 15% a 20% dos casos.

    Sintomas da anorexia:

    - perda exagerada de peso em curto espaço de tempo sem nenhuma justificativa;

    - recusa em participar das refeições familiares. Os anoréxicos alegam que já comeram e que não estão mais com fome;

    - preocupação exagerada com o valor calórico dos alimentos;

    - interrupção do ciclo menstrual, com ausência de menstruação e diminuição das características femininas;

    - atividade física intensa e exagerada;

    - depressão, síndrome do pânico, comportamentos obsessivo-compulsivos;

    - visão distorcida do próprio corpo. Apesar de extremamente magras, essas pessoas julgam-se com excesso de peso;

    - pele extremamente seca e coberta por lanugo (pêlos parecidos com a barba de milho).

    Sintomas da bulimia:

    - ingestão exagerada de alimentos em curtos períodos de tempo sem o aumento correspondente do peso corporal;

    - vômitos auto-induzidos por inversão dos movimentos peristálticos ou colocando o dedo na garganta;

    - uso de laxantes e diuréticos indiscriminadamente;

    - dietas severas intermediadas por repentinas perdas de controle que levam à ingestão compulsiva de alimentos;

    - distúrbios depressivos, de ansiedade, comportamento obsessivo compulsivo, auto-mutilação.

    Causas:

    Diversos fatores favorecem o aparecimento dessas doenças: predisposição genética, o conceito atual de moda que determina a magreza absoluta como símbolo de beleza e elegância, a pressão da família e do grupo social e a existência de alterações neuroquímicas cerebrais, especialmente nas concentrações de serotonina e noradrenalina.

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    Obsidade Infantil – Plantas Medicinais

    Publicado por fitoenergetico em 16/01/2009

    Na última década, o problema da obesidade infantil vem preocupando os médicos e os profissionais da saúde.O Ministério da Saúde e a Organização Pan- Americana de Saúde em pesquisa recente demonstraram que 15% dos meninos e meninas do Brasil são obesos, nos anos 80 apenas 3% delas eram obesas.

    Provavelmente este quadro se deve ao sedentarismo das crianças que hoje se confinam em suas casas na frente da televisão, videogame, computador e comendo guloseimas hipercalóricas que prejudicam a alimentação necessária e balanceada.

    As nossas crianças antigamente gastavam calorias brincando: de correr, de pular cordas, de soltar pipas, de cabra cega, enfim gastando energia e controlando a obesidade.Hoje devido a violência urbana temos que prender nossos filhos dentro de quatro paredes ou levá-los a clubes ou academias.

    O fato de comer guloseimas ao invés de alimentos sadios tem levado as crianças brasileiras a um estado alarmante de anemia que se assemelha a crianças da Índia que não comem carne por motivos religiosos.Muitas vezes se troca uma alimentação saudável por um doce ou um sanduíche, um suco de frutas por um refrigerante, muitos pais acham natural que seus filhos prefiram uma torta de morangos a comer uma salada de folhas verdes.

    Os pais não podem se esquecer que a criança se proteja totalmente no modelo alimentar dos pais e não sabem distinguir o que é saudável ou não.Algumas vezes a obesidade começa cedo, muitas vezes o bebê recebe uma mamadeira reforçada e engrossada com farinhas todas as vezes que chora, condicionando-o a receber comida sempre que precisar lidar com alguma frustração.

    É muito comum o indivíduo quando está ansioso procurar a geladeira para se acalmar, devora tudo que seu tubo digestivo pode suportar e depois vais se deitar tranquilo e sossegado como um anjo.Com toda certeza esta problemática de compensação emocional se iniciou na infância.

    A obesidade possui etiologia multifatorial, inclusive de fundo genético, relacionado com aspectos emocionais, ambientais, culturais e sociais.Apenas uma pequena parcela da população apresentam realmente alguma alteração endócrina que justificaria um quadro de obesidade, na maioria dos casos o que ocorre realmente é o erro alimentar.

    Hoje sabemos da importância de se fazer uma prevenção da obesidade infantil para se evitar futuros problemas, principalmente no sistema cardiovascular.

    A dieta ideal deveria ser composta de : cereais, tubérculos, raízes, pães, massas, que fornecem carboidratos necessários para o crescimento da criança e devem ser ingeridas de 6 a11 porções diárias; frutas devem ser ingeridas de 2 a 4 porções, vegetais 3 a 5 porções; carnes, aves, peixe, ovos, feijão, e nozes 2 a 3 porções; laticínios 2 a 3 porções e óleo, gordura e açúcar esporadicamente.

    Esta orientação é extraída do “Guia Alimentar da Pirâmide” proposta pelo “Departamento de Agricultura dos EUA, em 1992.A Pirâmide dos Alimentos é um instrumento visual simples e prático que oferece conceitos alimentares importantes como variedades, proporção e, moderação.A realidade da alimentação infantil está reproduzida nesta Pirâmide Alimentar porem de forma invertida. As crianças ingerem muito mais açúcar nos doces, refrigerantes, biscoitos, chocolates, que são alimentos que engordam e não fornecem nutrientes, são as chamadas “calorias vazias”.

    Os derivados do leite são consumidos em excesso e correspondem por mais da metade da alimentação diária de uma criança.O consumo de ferro é menor que a necessidade diária e tem um agravante que é, para que ocorra a fixação do ferro ( do feijão, carnes, nozes, etc.) necessitamos o acompanhamento da vitamina B12 ( presente nos alimentos de origem animal).Portanto a criança terá anemia séria se não comer de forma correta e muitas vezes o que encontramos são crianças obesas e anêmicas.O consumo de frutas e fibras é inexpressivo, embora as vitaminas e fibras sejam essenciais na fase de crescimento e na saúde das crianças.

    Infelizmente o Brasil, na obesidade, só perde para os Estados Unidos, ocupamos um segundo lugar mundial em crianças menores de 10 anos ( EUA =20% de crianças obesas e Brasil = 15%).Os índices de anemia do Brasil são surpreendentes e similares aos encontrados na índia, em crianças menores que 10 anos temos no Brasil cerca de 46% de anêmicos e na índia 53%.

    Para se entender a gravidade deste quadro é preciso saber que a obesidade infantil atrapalha o crescimento da criança e pode provocar má-formações das articulações dos quadris e alterações dos discos intervertebrais.Já a anemia pode provocar uma gama imensa de problemas dos mais diversos como: palidez, cansaço aos esforços, tontura, fraqueza, indisposição, anorexia e até alterações do desenvolvimento intelectual da criança.

    A criança gordinha é sempre admirada e tida como bonita, porem quando se torna adolescente este charme dos quilos a mais vira pesadelo e se inicia uma verdadeira corrida a médicos para perder peso e se livrar da discriminação.A criança gorda será o adulto obeso já diz o ditado popular. O interessante é que a obesidade e a anemia não são o privilégio só da classe baixa. Estas patologias também estão presentes nas famílias mais abastadas.

    Hoje a geladeira da família brasileira estão cheias de comidas semi- prontas, industrializadas, enlatados, salgadinhos, doces, sorvetes e se tornou um hábito frequente comer em lanchonetes.Devemos implantar um cardápio balanceado para todas as refeições e aplicar uma rígida disciplina na alimentação, eliminando as possibilidades de trocar as refeições por guloseimas.O cardápio elaborado deverá ser seguido por toda a família sem exceção, pois é impraticável os pais comerem uma refeição e os filhos outra.

    Negar um chocolate para o filho ou uma bala ou um doce, não é tarefa fácil. O ideal é não ter em casa à disposição e pensar que quando se adquire um hábito saudável o jovem o levará para o resto de sua vida.

    O prognóstico da obesidade dependerá do intercâmbio entre o paciente, familiares e médico, esta relação harmoniosa é que vai garantir adesão ao tratamento com resultados finais satisfatórios e efici6entes.Desta forma estaremos prevenindo o bem estar emocional e físico de nossos filhos e a criação e incorporação de hábitos saudáveis para uma vida longa.

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    Peritos criticam o limite de gorduras – Plantas Medicinais

    Publicado por fitoenergetico em 16/01/2009

    Recomendaçõcs americanas e europeias de que uma dieta saudável é aquela que não contém mais de 30% de gorduras sofreram críticas por parte de nutricionistas no simpósio “Creta, a Grécia e as Dietas Mediterrânicas Saudáveis”, realizado em Creta.

    O Dr. Meir Stampfer, Professor Associado de Epidemiologia, na Harvard School of Public Health e Professor Assistente de Medicina, na Harvard Medical School em Boston Massachussets, nos E.U.A, considerou que o limite de 30 por cento poderá ser potencialmente perigoso, na medida que as pessoas tentam reduzir tanto as gorduras nocivas como as gorduras benéficas.

    As gorduras possuem aracterísticas diferentes e uma dieta rica em azeite, por exemplo, baixa o colesterol tota e o colesterol LDL (colesterol de lípidos de baixa densidade), sem baixar o HDL (colesterol de lípidos de alta densidade). Isto contrasta com uma dieta de hidratos de carbono refinados, os quais, se forem utilizados como substitutos das gorduras, tendem a baixar o HDL e a subir os triglicéridos. Para além disso, é o LDL oxidado que gera as alterações nas artérias que caracterizam a doença cardíaca. O azeite tem propriedades anti-oxidantes que protegem o LDL da oxidação.

    O Dr. Stampfer achou que o limite de 30 por cento do total de gorduras estava a desviar a atenção de questões mais importantes, tais como o aumento da actividade fisíca, a ingestão de legumes e frutas e a redução de ácidos gordos trans e saturados.

    “Quando se consideram os efeitos adversos que uma dieta rica em hidratos de carbono exerce sobre os lípidos e os efeitos diferenciais de diferentes gorduras sobre o colesterol e o HDL, não se encontra um apoio generalizado para uma redução no total de gordura, mas antes um bom apoio para a alteração dos tipos de gorduras na dieta”.

    A Professora Antonia Trichoupoulou, Professora de Nutrição e Bioquímica na Athens School of Public Health e líder do World Health Organization Collaborating Center for Nutrition, considerou que estas mesmas directrizes “bastante influenciadoras para opinião” estão a ajudar a destruir a sadável dieta Mediterrânica tradicional nos respectivos países de origem, tendencialmente pobres e à adopção das directrizes em vigor noutros países.

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    Dietas de Revistas CUIDADO! Plantas Medicinais

    Publicado por fitoenergetico em 16/01/2009

     
     

     

    Seguir dietas publicadas em revistas de grande circulação pode ser um risco para a saúde. Esse é o principal resultado de um estudo feito com publicações não-científicas por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo e publicada na edição de setembro dos Cadernos de Saúde Pública.
    As pesquisadoras Olga Maria Amancio e Daniela Chaud analisaram 112 dietas, todas publicadas em 2002 por revistas populares durante oito meses seguidos. O periódico A, como as pesquisadoras chamaram uma das publicações (os títulos reais foram omitidos), tem 13 anos de circulação e tiragem superior a 300 mil exemplares. O periódico B, com circulação de 120 mil, existe há seis anos.
    “Todas as dietas se mostraram inadequadas em relação a uma ou mais das substâncias avaliadas. Menos de 25% das dietas apresentaram distribuição adequada de macronutrientes”, escreveram as pesquisadoras no artigo. Houve um predomínio nos níveis inadequados de cálcio (85,7%), ferro (97,3%) e vitamina E (91,9%). Para analisar os nutrientes de todas as dietas, as pesquisadoras usaram o programa Virtual Nutri. Os teores de micronutrientes foram comparados aos Dietary Reference Intakes, da Academia Norte-americana de Ciências.
    Das 112 dietas analisadas, 95 recomendavam a ingestão de quantidades baixas de cálcio. Em uma delas, a quantidade indicada estava acima do limite máximo recomendado pelos nutricionistas. Segundo as autoras do estudo, concentrações altas ou baixas de minerais e vitaminas são situações indesejáveis. Além disso, podem causar interações negativas com outras vitaminas e outros minerais.
    Outro ponto considerado negativo pelas pesquisadoras da Unifesp está relacionado com as instruções publicadas em conjunto com as dietas. A duração de sete dias, por exemplo, que é normalmente a que mais predomina nos periódicos é insuficiente para uma perda de peso gradual e saudável, explicam.
    Entre toda a amostra, apenas uma única dieta, publicada pelo periódico B, estava realmente balanceada dentro dos padrões nutricionais e bioquímicos, segundo o estudo feito. As 1.387 calorias estavam distribuídas em 57,83% de carboidratos, 15,51% de proteínas e 26,66% de lipídios. Além disso, estavam presentes 278,22 miligramas de colesterol, 19,36 miligramas de ferro, 1.145,5 miligramas de cálcio e 26,62 miligramas de vitamina E.
    Para as pesquisadoras, a conclusão das análise das dietas é uma só: “Não deveria ser permitido que publicações não-científicas anunciassem dietas para perda de peso que não apresentassem também uma composição química adequada”, afirmam. As dietas, da forma como que foram anunciadas, podem induzir, segundo o artigo, à adoção de práticas arriscadas de alimentação.

      
    Fonte: FAPESP

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    Margarina: Veneno para a saúde – Plantas medicinais

    Publicado por fitoenergetico em 25/12/2008

    A margarina foi criada no século XIX como um substituto mais barato (e mais saudável) que a manteiga. Sua origem é do reino animal – uma mistura comprimida de sebo de vaca, leite desnatado, partes menos nobres do porco e da vaca e bicarbonato de sódio.

    Seu processo atual inclui o uso de solventes de petróleo (geralmente o hexano, bem barato), ácido fosfórico, soda, resultando numa substância marrom e malcheirosa, que sofre novo tratamento com ácidos clorídrico ou sulfúrico, altas temperaturas e catalisação com níquel, que deixa o produto parcialmente hidrogenado. Isso resulta em um produto com longo prazo de conservação, textura firme mesmo em temperatura ambiente, que não rancifica, não pega fungos nem é atacado por insetos ou roedores. Enfim, é um não-alimento.

    O processo todo acaba por formar uma substância rica em um tipo particular de gordura chamado “trans”, insólita na natureza e de efeitos nocivos ao homem. Além disso, o principal predicado da margarina é ser rica em óleos poliinsaturados, que contribuem para um grande número de doenças.

    O Estado de São Paulo já noticiou, em 14/11/99, que a gordura da margarina causaria mais danos à saúde que a gordura saturada (segundo o FDA, órgão americano de fiscalização de alimentos e remédios). Em uma revista Exame, também de 99, saiu um artigo um pouco mais extenso e grave alertando sobre os perigos desse produto e falando das implicações que as poderosas multinacionais americanas estavam sofrendo no próprio país por colocar no mercado produtos comparáveis ao cigarro em termos de periculosidade (mas que gera mais de 8 bilhões de dólares).

    Curioso é que a repercussão no Brasil é escassa.

    A margarina pode estar relacionada a disfunções imunológicas, danos em fígado, pulmão e órgãos reprodutivos, a distúrbios digestivos, diminuição na capacidade de aprendizado e crescimento, problemas de peso, aumento no risco de câncer e, principalmente, a transtornos do metabolismo do colesterol, incremento de aterosclerose e doenças cardíacas. Ou seja, a margarina promove o que ela se propõe a tratar.

    A manteiga, por sua vez, é saudável, acompanha a humanidade há dezenas de séculos, pode ser feita artesanalmente no ambiente familiar e só foi considerada nociva e politicamente incorreta após a Revolução Industrial, que conseguiu deformar nosso entendimento de saúde e bom senso.

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