Publicado por fitoenergetico em 16/01/2009
Recomendaçõcs americanas e europeias de que uma dieta saudável é aquela que não contém mais de 30% de gorduras sofreram críticas por parte de nutricionistas no simpósio “Creta, a Grécia e as Dietas Mediterrânicas Saudáveis”, realizado em Creta.
O Dr. Meir Stampfer, Professor Associado de Epidemiologia, na Harvard School of Public Health e Professor Assistente de Medicina, na Harvard Medical School em Boston Massachussets, nos E.U.A, considerou que o limite de 30 por cento poderá ser potencialmente perigoso, na medida que as pessoas tentam reduzir tanto as gorduras nocivas como as gorduras benéficas.
As gorduras possuem aracterísticas diferentes e uma dieta rica em azeite, por exemplo, baixa o colesterol tota e o colesterol LDL (colesterol de lípidos de baixa densidade), sem baixar o HDL (colesterol de lípidos de alta densidade). Isto contrasta com uma dieta de hidratos de carbono refinados, os quais, se forem utilizados como substitutos das gorduras, tendem a baixar o HDL e a subir os triglicéridos. Para além disso, é o LDL oxidado que gera as alterações nas artérias que caracterizam a doença cardíaca. O azeite tem propriedades anti-oxidantes que protegem o LDL da oxidação.
O Dr. Stampfer achou que o limite de 30 por cento do total de gorduras estava a desviar a atenção de questões mais importantes, tais como o aumento da actividade fisíca, a ingestão de legumes e frutas e a redução de ácidos gordos trans e saturados.
“Quando se consideram os efeitos adversos que uma dieta rica em hidratos de carbono exerce sobre os lípidos e os efeitos diferenciais de diferentes gorduras sobre o colesterol e o HDL, não se encontra um apoio generalizado para uma redução no total de gordura, mas antes um bom apoio para a alteração dos tipos de gorduras na dieta”.
A Professora Antonia Trichoupoulou, Professora de Nutrição e Bioquímica na Athens School of Public Health e líder do World Health Organization Collaborating Center for Nutrition, considerou que estas mesmas directrizes “bastante influenciadoras para opinião” estão a ajudar a destruir a sadável dieta Mediterrânica tradicional nos respectivos países de origem, tendencialmente pobres e à adopção das directrizes em vigor noutros países.
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