Fitoenergético

A SAÚDE EM SUAS MÃOS

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  • Esse é um Blog pessoal, onde publico matérais de minha autoria e tudo o que vejo de interessante na Web, visando o bem estar da população. Caso alguém se sinta Prejudicado ou Violado em seus direitos, entre em contato conosco.

Arquivo para Maio 14th, 2008

Escrito por fitoenergetico em

Ativando a Memória

COM ATIVIDADES INTELECTUAIS

Estudos mostram que a atividade cerebral retarda a perda da memória. 

Tais atividades incluem leitura, montagem de quebra-cabeça, jogos como xadrez, dominó, palavras cruzadas e exercício físico, pois a vida sedentária aumenta o risco de demência.

Um dado interessante desses estudos é a constatação de que assistir à televisão aumenta a probabilidade de Alzheimer. Isso quer dizer que a televisão não pode ser O ÚNICO meio de diversão. É preciso priorizar atividades que estimulem o cérebro, como as citadas acima.

Quanto ao exercício físico, ele melhora o fluxo sangüíneo cerebral com a formação de novos capilares no córtex – área essencial para a cognição – e induz a produção de proteínas, que estimulam o crescimento e favorecem a formação de novas conexões entre os neurônios.

COM ALIMENTOS QUE FAZEM BEM AO CÉREBRO

Existem alimentos funcionais que protegem o cérebro. Eis alguns:

  • ANTIOXIDANTES: Vegetais ricos em betacaroteno (como cenoura, beterraba e rúcula) e flavonóides (soja e cebola), bem como maçã e frutas cítricas, são antioxidantes.
    • COLINA: Presente sobretudo na gema do ovo, contribui para a neurogênese.
    • GLUTAMINA: Encontrada na clara de ovo, é fundamental para compor o DNA.
    • MINERAIS:

      Magnésio: encontrado nas folhas e nas oleaginosas, auxilia nas transmissões nervosas e protege o cérebro do efeito tóxico de aditivos químicos.

      Zinco - presente em ostras, nozes e castanha-do-pará, combate os radicais livres e beneficia o trabalho dos neurotransmissores.

    • ÔMEGA 3: Favorece o nascimento de neurônios e protege os já existentes, melhora a função cognitiva, afasta o mau humor e diminui a ansiedade. O DHA, um tipo específico de ômega 3, previne o Alzheimer.
    • VITAMINAS DO COMPLEXO B: Presente em grãos, verduras e cereais, a vitamina B1 facilita a absorção da glicose; a B12, encontrada no leite e derivados e nos ovos, favorece a memória; o ácido fólico, encontrado nas verduras verde-escuras e nos cereais integrais, reduz a queda cognitiva.
    • VITAMINA D: Tendo como principais fontes o sol, peixes e leite, atua na renovação dos neurônios.
    • VITAMINA E: Encontrada em óleos vegetais, ovos e nozes, protege o cérebro, reduzindo a incidência do mal de Alzheimer.


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    Escrito por fitoenergetico em

    Pesquisa européia incrimina gordura trans em câncer de mama

    Ômega-3, gordura ‘boa’ encontrada em alguns peixes, não contrabalança efeitos ruins.Trabalho, feito por franceses, envolveu milhares de mulheres em dez países da Europa.

    Mamografia mostra seio normal (à direita) e com tumor de mama

    As mulheres com altos índices de gordura trans no sangue têm risco dobrado de sofrer de tumor de mama. O resultado veio de um estudo sobre as relações entre nutrição e câncer. Realizado em dez países de toda a Europa, o trabalho envolve mais de 500 mil mulheres.

     
    As gorduras trans surgem através de uma alteração na composição das gorduras que irão entrar no processo de industrialização dos alimentos. O principal objetivo de sua utilização é aumentar a duração dos alimentos.

    A partir dos anos 1990, começaram a surgir evidências científicas que ligam as gorduras trans aos problemas cardiovasculares. Os resultados foram tão impactantes que as mesmas gorduras trans foram banidas, por força de lei, em vários locais do mundo.

    Correlação

    Pesquisadores franceses correlacionaram os resultados de amostras de sangue de 10 mil mulheres, colhidas entre 1995 e 1998, com os registros de casos de câncer. Várias susbstâncias haviam sido mensuradas nas amostras, justamente para buscar marcadores que servissem para prever doenças.

    Os níveis de gordura trans estavam entre esses índices, e se mostraram significativamente elevados nas mulheres que desenvolveram tumores malignos da mama. Os resultados mostraram que o risco de sofrer de câncer de mama era quase o dobro nas mulheres que consumiam muita comida industrializada.

    Outro dado apontado pela pesquisa foi que ômega-3, um outro tipo de gordura, não traz proteção contra o mesmo câncer de mama. Pesquisas realizadas na Ásia haviam mostrado que, para aquelas mulheres, níveis mais altos de ômega-3 diminuíam o risco de ter câncer.

    O que as pesquisas francesas demonstraram é que o segredo é mais do que eliminarmos um determinado tipo de componente dos alimentos. A chave está no consumo de alimentos o mais naturais possíveis e numa dieta equilibrada.

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    Escrito por fitoenergetico em

    Bactérias também podem ter várias personalidades

    Micróbios ‘funcionam’ de maneira diferente mesmo quando são clones uns dos outros.
    Seres vivos parecem ter mecanismo interno para gerar diversidade.

    Nós, humanos, somos diferentes uns dos outros em infinitos aspectos. Somos tímidos e ousados, sardentos e branquelos, caminhoneiros e cabeleireiros, budistas e presbiterianos. Podemos morrer de câncer na terceira série ou viver um século. Temos impressões digitais.

    Cientistas têm uma compreensão limitada de como surge essa diversidade. Algumas delas resultam das diferentes experiências que temos, do nosso período no ventre materno, passando pela infância, até a idade madura. Essas influências incluem coisas como os livros que lemos e o ar que respiramos. Nossa diversidade também tem origem em nossos genes – as milhões de diferenças tipográficas entre um genoma e outro.
    Damos muito mais mérito à natureza do que à formação quando se trata de individualidade. É por isso que a idéia de clones reprodutivos causa tanto horror. Se genes significam identidade, então uma pessoa que carrega o DNA de outra não tem identidade própria.

    Equívoco de pensamento

    No entanto, há um grande equívoco nesse modo de pensamento, que não nos permite enxergar como a biologia – humana ou não – realmente funciona. Um ótimo exemplo que refuta esse raciocínio é a E. coli, uma espécie de bactéria que vive aos milhões no intestino de cada pessoa, inofensivamente. Uma E. coli típica contém cerca de 4 mil genes (nós temos cerca de 20 mil).

    Alimentando-se de açúcares, o microrganismo cresce até que esteja pronto para se dividir em dois. Ele produz duas cópias de seu genoma, quase sempre conseguindo criar cópias perfeitas do original. O microrganismo individual se divide em dois, e cada nova E. coli recebe um dos idênticos genomas. Essas duas bactérias são, em outras palavras, clones.
    Portanto, obviamente, a E. coli seria só natureza e nada de formação. Uma colônia descendente de uma única ancestral E. coli é composta somente de bilhões de primos idênticos, todos reagindo ao mundo com o mesmo conjunto de genes. Por mais que soe plausível, isso está longe de ser verdade. Uma colônia de bactérias E. coli geneticamente idênticas é, na verdade, uma multidão de indivíduos. Em condições idênticas, vão se comportar de formas distintas. Elas têm impressões digitais próprias.

    Cada qual com um gosto

    Em circunstâncias idênticas, alguns clones se cobrem de pêlos pegajosos que lhes permitem grudar em células hospedeiras, enquanto outros permanecem pelados. Alimente uma colônia de E. coli com lactose (o açúcar presente no leite) e algumas vão responder sugando a substância através de canais especiais e digerindo-a com enzimas especiais. Outras vão torcer seus narizes microbianos.
    Essas peculiaridades da personalidade das E. coli podem representar a diferença entre a vida e a morte para a bactéria. Em tempos de estresse, alguns membros da colônia reagem produzindo milhares de moléculas tóxicas e depois explodem, matando as bactérias que não são da família. No entanto, seus clones companheiros sobrevivem e se desenvolvem com a ausência de competição.

     
    Alguns vírus deslizam para dentro das E. coli através de um dos vários tipos de canais em suas membranas. Em uma colônia de bactérias geneticamente idênticas, algumas podem estar cobertas desses canais, como uma almofadinha de alfinete. Outras não têm nada disso. Os vírus vão matar os clones vulneráveis, enquanto outros clones sobrevivem.

    Impacto humano

    As peculiaridades das E. coli também podem representar uma questão de vida ou morte para nós. Algumas variações delas causam infecções no intestino, na bexiga, no sangue e até mesmo no cérebro. Em muitos casos, os médicos tentam matar as bactérias com antibióticos, que perturbam as atividades normais de seus genes e proteínas. Em uma colônia de E. coli susceptível, um antibiótico poderoso irá exterminar a maioria das bactérias, mas não todas. Algumas sobreviverão.
    As sobreviventes escapam da morte porque estão presas em um estranho estado chamado de persistência. Elas quase não produzem proteínas e crescem muito pouco, quando crescem. Antibióticos não conseguem eliminar as bactérias persistentes porque não há nada nelas para atacar. A diferença entre células normais e persistentes pode ser encontrada em seu DNA. Depois que células persistentes sobrevivem ao ataque de antibióticos, algumas de suas crias voltam ao ritmo de crescimento normal e refazem a colônia. A maioria de seus descendentes serão bactérias E. coli normais. Mas algumas serão persistentes. A colônia continua sendo o mesmo grupo heterogêneo de clones.
    A chave para entender as “impressões digitais” das E. coli é reconhecer que as bactérias não são máquinas simples. As moléculas de E. coli são flexíveis, agitadas e imprevisíveis. Em um aparelho eletrônico, como um rádio ou um computador, os elétrons fluem em uma corrente estável através dos circuitos da máquina, mas as moléculas de E. coli colidem entre si e perambulam. Quando uma E. coli começa a usar um gene para fabricar uma proteína, não produz uma quantidade crescente e regular. Ela explode, jorrando as proteínas segundo suas variações de humor. Um clone pode produzir meia dúzia de cópias de uma proteína em uma hora, enquanto o clone vizinho não produz nenhum.

    Brilho variável

    Michael Elowitz, físico do Caltech, demonstrou essa situação em um refinado experimento. Ele e seus colegas estimularam as E. coli a produzir suas proteínas para se alimentar de lactose. Elowitz e seus colegas adicionaram genes extras às bactérias para que, quando elas produzissem proteínas digestivas de lactose, também emitissem luz.
    As bactérias, descobriu Elowitz, não produziram um brilho uniforme. Elas tremeluziam, às vezes vivamente, às vezes de forma leve. E quando Elowitz fotografou a colônia, ela não era um mar de luzes uniforme. Alguns microrganismos estavam escuros, enquanto outros brilhavam com intensidade.

    Modelos matemáticos sugerem que as E. coli usam o ruído como uma forma de se protegerem. Uma colônia de E. coli não pode simplesmente esperar até que esteja submersas em antibióticos para passar à persistência. As bactérias estariam mortas antes disso. Em vez disso, o ruído faz com que algumas delas se tornem persistentes. Se elas forem derrubadas pelos antibióticos, pelo menos algumas irão sobreviver. Se os antibióticos nunca aparecerem, a maioria das bactérias poderá continuar a crescer e se dividir.  

    Regra universal: ser diferente

    As E. coli parecem seguir uma regra universal. Outros microrganismos exploram o ruído, assim como o fazem as moscas, as minhocas e os seres humanos. Algumas das células fotossensíveis dos nossos olhos são ajustadas para luz verde e outras para luz vermelha. A escolha é uma questão de sorte.
    Nos nossos narizes, células nervosas podem escolher entre centenas de tipos diferentes de receptores olfativos. Cada célula escolhe um, e evidências sugerem que a escolha é controlada pela explosão imprevisível de proteínas dentro de cada neurônio. É muito mais econômico deixar o ruído tomar a decisão do que fazer proteínas que possam controlar centenas de genes individuais de receptores olfativos.
    Genes idênticos também podem se comportar de maneiras distintas em nossas células porque um pouco do nosso DNA está coberto por átomos de carbono e hidrogênio chamados de grupos metila. Esses grupos podem controlar se os genes fazem proteínas ou permanecem em silêncio. Em humanos (assim como em outros organismos, como as E. coli), esses conjuntos às vezes se separam do DNA ou se ligam a novos pontos. O acaso puro pode ser responsável por alterar alguns deles; nutrientes e toxinas podem mudar outros.

    Clones desiguais

    Esses padrões diferentes também são a razão pela qual clones de humanos e animais não podem nunca ser réplicas perfeitas. O DNA de um gato pardo chamado Rainbow foi usado para criar o primeiro gatinho clonado, chamado de Cc. Mas Cc não é uma cópia xerox de Rainbow. Rainbow é branco com manchas marrons, bronze e douradas. Cc tem listras cinzas. Raibow é tímido. Cc é extrovertido. Rainbow é pesado e Cc é elegante.
    A individualidade das E. coli deveria ser, no mínimo, um aviso para aqueles que resumem a natureza humana a qualquer forma de puro determinismo genético. Seres vivos são mais que simples programas executados por softwares genéticos. Até mesmo em microrganismos minúsculos, os mesmos genes e a mesma rede genética podem levar a destinos diferentes.

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    Escrito por fitoenergetico em

    Amamentar diminui risco de artrite da mãe, diz estudo

    Mulheres que amamentam por mais de 1 ano tem metade das chances de ter a doença.

    Um estudo realizado por especialistas suecos sugere que mulheres que amamentam por mais de um ano têm chances de desenvolver artrite reumatóide reduzidas pela metade.

    A equipe de cientistas da Universidade de Malmo comparou 136 mulheres com artrite com 544 que não apresentavam o problema.

    Eles perceberam que as que haviam amamentado por 13 meses ou mais tinham metade das chances de desenvolver a doença em relação às que nunca haviam praticado o aleitamento materno.

    As mulheres que haviam amamentado durante um ano tiveram 25% menos riscos de desenvolver artrite, acrescentaram os especialistas.

    Vida saudável

    Segundo os cientistas, a amamentação libera grande quantidade do hormônio oxitocina, que pode reduzir os níveis de estresse, controlar a pressão sangüínea e proporcionar sensações de bem-estar.

    Por outro lado, a amamentação também aumenta a carga de prolactina, estimulando o sistema imunológico e podendo ocasionar, curiosamente, a artrite reumatóide.

    Os pesquisadores afirmam que estudos anteriores mostraram que as mulheres têm mais chances de desenvolver artrite logo após dar à luz e, diante dos últimos resultados, acreditam que os riscos são reduzidos com a prática da amamentação e o passar do tempo.

     

    Os cientistas não souberam, no entanto, apontar as razões para as conclusões do estudo.

    “Uma explicação poderia ser de que as mulheres que amamentam levam vidas mais saudáveis. Mas ainda não sabemos com certeza os mecanismos que explicam os benefícios da amamentação a longo prazo contra a artrite”, disseram os especialistas.

     

    A artrite é uma doença auto-imune que ocorre quando o corpo ataca as articulações, confundindo-as com corpos estranhos.

     

    O problema afeta mais as mulheres do que os homens.

     

    O estudo foi publico na revista especializada Annals of Rheumatic Diseases.

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    Escrito por fitoenergetico em

     

    Sangramento Nasal

    A maioria das pessoas sabe a maneira certa de parar um sangramento nasal: inclinar a cabeça para trás e aplicar pressão ao nariz. Mas médicos peritos dizem que o que a maioria das pessoas sabe sobre sangramentos nasais está errado.

    Inclinar a cabeça para trás, uma técnica amplamente considerada um primeiro-socorro adequado, pode criar complicações ao permitir a entrada de sangue no esôfago. Além do risco de sufocar, o sangue pode passar para o estômago, possivelmente levando a irritação e vômitos.

    A American Academy of Family Physicians diz que o melhor tratamento é sentar, inclinar o corpo para frente e manter sua cabeça acima do coração, o que reduz o sangramento. Inclinar-se para frente também ajuda a drenar o sangue do nariz e o mantém longe do esôfago.

    Um artigo no periódico britânico BMJ diz que você pode parar o sangramento usando seu dedão e seu indicador para apertar o suave tecido logo abaixo da ponte de seu nariz durante 5 a 10 minutos. Uma compressa fria ou de gelo colocada ao longo da ponte de seu nariz também pode ajudar.

    Se tudo isso falhar e o sangramento durar por mais de 20 minutos, ou se ele foi causado por uma pancada na cabeça, procure ajuda médica.

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