Fitoenergético

A SAÚDE EM SUAS MÃOS

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    Abril 2008
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  • Esse é um Blog pessoal, onde publico matérais de minha autoria e tudo o que vejo de interessante na Web, visando o bem estar da população. Caso alguém se sinta Prejudicado ou Violado em seus direitos, entre em contato conosco.

Arquivo para Abril 2nd, 2008

Escrito por fitoenergetico em

Acidentes com eletricidade

Em primeiro lugar, desligue a eletricidade o mais rápido possível.

Se não conseguir, retire a pessoa do contato com a corrente elétrica.

Você pode usar um pau seco, uma corda, uma borracha ou um pano grosso, mas nunca use nada de metal ou úmido e principalmente nunca encoste na pessoa, senão você também vai levar um choque.

Depois de retirá-la da corrente elétrica, cubra-a com um cobertor bem grosso.

Nunca deixe ela sair correndo.

Depois que a pessoa já estiver fora de perigo, veja se tem queimaduras pelo corpo e refresque o local com água fria ou toalhas molhados.

Não passe manteiga, gelo, pomada ou pasta de dentes, também não pode estourar as bolhas, nem retirar a roupa se ela estiver colada no corpo.

Coloque o ouvido próximo a boca do doente e veja se ele está respirando.

Se não estiver faça uma respiração boca a boca, e leve-a imediatamente ao médico.

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Escrito por fitoenergetico em

  PARADA CARDÍACA

O Coração para de bombear o sangue para o organismo que, desta forma, deixa de transportar oxigênio para os tecidos.

Diagnóstico:

- Ausência de pulso (radial, femural e carotídeo)

- Pele fria, azulada ou pálida

- Parada respiratória (freqüente mas não obrigatória)

- Inconsciência

- Dilatação das pupilas (freqüente, mas não obrigatória)

- Na duvida, proceda como se fosse.

Seqüência no atendimento:

1- Coloque a vitima deitada de costas sobre uma superfície dura

2- Coloque suas mãos sobrepostas no terço inferior do esterno

3- Faça compressão sobre o esterno, de encontro à coluna

4- Após recuperação dos batimentos cardíacos, leve imediatamente a vitima ao hospital

Atendimento:

 - Devemos fazer 15 compressões torácicas para 2 insuflações pulmonares, num ritmo de 100 compressões por minuto, contando em voz alta: “e um, e dois, e três, e 4, e 5, e 6, e …, ventila!, ventila!”, portanto se a equipe trabalhar adequadamente, pelo menos 04 ciclos deve-se completar a cabo de cada minuto de RCP.

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Escrito por fitoenergetico em

PARADA CÁRDIO RESPIRATÓRIA

  

Parada respiratória  é a supressão súbita dos movimentos respiratórios, podendo ser acompanhado ou não de parada cardíaca.

Diagnóstico:

- Ausência de movimentos respiratórios

- Cianose (cor azul arroxeada dos lábios, unhas, não obrigatória)

- Dilatação das pupilas (não obrigatória)

- Inconsciência

Seqüência no atendimento :

 Elevação do queixo

- Os dedos de uma das mãos são colocados abaixo do queixo, o qual é suavemente tracionado para cima, elevando-o anteriormente.

- O polegar da mesma mão deprime o lábio inferior para abrir a boca.

O polegar pode também ser colocado atrás dos incisivos inferiores, enquanto simultaneamente o queixo e suavemente levantado.

Se a respiração boca a boca é necessária, as narinas são fechadas com o polegar e o indicador da outra mão;

 Tração da mandíbula

- Localizam-se os ângulos da mandíbula e traciona-se a mandíbula para frente. Se os lábios se fecham o inferior pode ser retraído com o polegar. Se a respiração boca a boca é necessária, devemos fechar as narinas, colocando a bochecha contra elas, obstruindo-as.

      

Respiração boca a boca

- Tomadas às medidas anteriores colocar a boca com firmeza sobre a boca da vítima.

Assoprar para dentro da boca da vítima até notar que o seu peito está se mobilizando.

A seguir, deixar a vítima expirar livremente.

Devemos repetir este procedimento de 15 a 20 vezes por minuto.

Respiração boca-nariz

- Colocar a boca sobre o nariz e feche a boca da vítima.

Em crianças podemos colocar a boca sobre o nariz e a tomando o cuidado de não expirar com excessiva pressão.

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Escrito por fitoenergetico em

                                    AFOGAMENTO

SINAIS E SINTOMAS :

Em um quadro geral pode haver hipotermia (baixa temperatura corporal), náuseas, vômito, distensão abdominal, tremores , cefaléia (dor de cabeça), mal estar, cansaço, dores musculares.

Em casos especiais pode haver apnéia (parada respiratória), ou ainda, uma parada cárdio-respiratória.

PRIMEIROS SOCORROS EM AFOGAMENTO

Objetivo:

 Promover menor número de complicações provendo-se o cérebro e o coração de oxigênio até que a vítima tenha condições para fazê-lo sem ajuda externa, ou até esta ser entregue a serviço médico especializado.

O socorrista :

  Deve promover o resgate imediato e apropriado, nunca gerando situação em que ambos (vítima e socorrista ) possam se afogar, sabendo que a prioridade no resgate não é retirar a pessoa da água, mas fornecer-lhe um meio de apoio que poderá ser qualquer material que flutue, ou ainda, o seu transporte até um local em que esta possa ficar em pé.

O socorrista deve saber reconhecer uma apnéia, uma parada cárdio-respiratória (PCR) e saber prestar reanimação cárdio-pulmonar (RCP)

O resgate:

O resgate deve ser feito por fases consecutivas :

 - a Fase de observação

- de entrada na água

- de abordagem da vítima

- de reboque da vítima

- atendimento da mesma

Fase de observação:

  Implica na observação do acidente, o socorrista deve verificar a profundidade do local, o número de vítimas envolvidas, o material disponível para o resgate.

O socorrista deve tentar o socorro sem a sua entrada na água, estendendo qualquer material a sua disposição que tenha a propriedade de boiar na água, não se deve atirar nada que possa vir a ferir a vítima.

Em casos de dispor de um barco para o resgate, sendo este com estabilidade duvidosa a vítima não deve ser colocada dentro do mesmo, pois estará muito agitada.

Fase de entrada na água:

 O socorrista deve certificar-se que a vítima está visualizando-o. Ao ocorrer em uma piscina a entrada deve ser diagonal à vítima e deve ser feita da parte rasa para a parte funda. Sendo no mar ou rio a entrada deve ser diagonal à vítima e também diagonal à corrente ou à correnteza respectivamente.

Fase de Abordagem:

  Esta fase ocorre em duas etapas distintas:

Abordagem verbal

  - Ocorre a uma distância média de 03 metros da vítima. O socorrista vai identificar-se e tentar acalmar a vítima. Caso consiga, dar-lhe-á instruções para que se posicione de costas habilitando uma aproximação sem riscos.

  Abordagem física

  - O socorrista deve fornecer algo em que a vítima possa se apoiar, só então o socorrista se aproximará fisicamente e segurará a vítima fazendo do seguinte modo:

  -O braço de dominância do socorrista deve ficar livre para ajudar no nado , já o outro braço será utilizado para segurar a vítima , sendo passado abaixo da axila da vítima e apoiando o peito da mesma, essa mão será usada para segurar o queixo do afogado de forma que este fique fora da água.

Fase de reboque:

  O nado utilizado será o “Over arms” também conhecido como nado militar , ou nado de sapo.

Quando em piscinas e lagos o objetivo sempre será conduzir a vítima para a porção mais rasa .

No mar, será admitido o transporte até a praia, quando a vítima estiver consciente e quando o mar oferecer condições para tanto; será admitido o transporte para o alto mar (local profundo e de extrema calmaria), quando a vítima apresentar-se inconsciente e o mar estiver extremamente revolto (essa atitude dará condições ao socorrista de repensar o salvamento).

Caso exista surfistas na área o socorrista, deve-se pedir ajuda .

Quando o socorrista puder caminhar, deve fazê-lo, pois é mais seguro do que nadar.

Deverá carregar a vítima de forma que o peito desta fique mais elevado do que a cabeça, diminuindo o perigo da ocorrência de vômito.

Fase de atendimento:

  O atendimento, em Primeiros Socorros as alterações eletrolíticas e hídricas decorrentes de diferentes tipos de líquidos (água doce ou salgada) em que ocorreu o acidente não são relevantes, não havendo tratamentos diferentes ou especiais.

Os procedimentos em Primeiros Socorros devem adequar-se ao estado particular de cada vítima, no que se refere às complicações existentes.

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Escrito por fitoenergetico em

PARTO DE EMERGÊNCIA

Haverá situações em que o parto acontecerá antes de a parturiente chegar ao hospital, ou mesmo a caminho dele. 

No final da gestação, a parturiente começa a apresentar sinais e sintomas que são indicativos do início do trabalho de parto.

Identificação do parto iminente:

- Construções regulares a cada 2 minutos

- Visualização da cabeça do bebê no canal de nascimento

- Saída de água pela vagina (ruptura da bolsa das águas)

- Gestante multípara, com vários partos normais

- Nestas condições, o parto está se iniciando

Procedimentos gerais:

- Sem expor a parturiente, ela deverá estar livre de todas as vestimentas que possam obstruir o canal de nascimento

- Em hipótese alguma o processo de nascimento do bebê poderá ser impedido, retardado ou acelerado

- Sempre o marido, os pais ou outro parente próximo deverá acompanhar, o tempo todo, a parturiente

- Não permitir a presença de curiosos

- Procurar ser o mais discreto possível e manter ao máximo a privacidade da gestante

- Não permitir que a gestante vá ao banheiro se são constatados os sinais do parto iminente

Procedimentos específicos:

- Colocar a parturiente deitada de costas, com os joelhos elevados e as pernas afastadas uma da outra e pedir-lhe para conter a respiração, fazendo força de expulsão cada vez que sentir uma contração uterina

- Quem vai assistir ao parto deverá lavar bem as mãos

- A medida que o parto progride, ver-se-á cada vez mais a cabeça do feto em cada contração

Deve-se ter paciência e esperar que a natureza prossiga o parto nunca se deve tentar puxar a cabeça da criança para apressar o parto

- À medida que a cabeça for saindo, deve-se apenas ampará-la com as mãos, sem imprimir nenhum movimento, que não o de sustentação

- Depois de sair totalmente, a cabeça da criança fará um pequeno movimento de giro e, então, sairão rapidamente os ombros e o resto do corpo. Sustentá-lo com cuidado.

Nunca puxar a criança, nem o cordão umbilical deixar que a mãe expulse naturalmente o bebê

- Após o nascimento da criança, limpar apenas o muco do nariz e a boca com gaze ou pano limpo e assegurar-se de que começou a respirar

- Se a criança não chorar ou respirar, segurá-la de cabeça para baixo, pelas pernas, com cuidado para que não escorregue, e dar alguns tapinhas nas costas para estimular a respiração. Desta forma, todo o líquido que estiver impedindo a respiração sairá

- Se o bebê ainda assim não respirar, fazer respiração artificial delicadamente, insuflando apenas o volume suficiente para elevar o tórax da criança, como ocorre em um movimento respiratório normal

- Não há necessidade de cortar o cordão umbilical, se o transporte para o hospital demorar menos de 30 minutos. Porém, se o tempo de transporte for superior a 30 minutos, deitar a criança de costas e, com um fio previamente fervido, fazer nós no cordão umbilical: o primeiro a aproximadamente quatro dedos da criança (10 cm) e o segundo nó distante a 5 cm do primeiro. Cortar entre os dois nós com uma tesoura, lâmina ou outro objeto esterilizado;

- O cordão umbilical sairá junto com a placenta, cerca de 20 minutos após o nascimento;

- Após a saída da placenta, deve-se fazer massagem suave sobre o abdome da parturiente para provocar a contração do útero e diminuir a hemorragia que é normal após o parto

- Transportar a mãe e a criança ao hospital para complementação assistencial médica.

Deve-se também transportar a placenta para o médico avaliar se ela saiu completamente.

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